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Peru
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O nome Peru se aplica a ave de criação reconhecida pelo seu papo vermelho por baixo do bico. Pertence a família dos meleagris. Se trata de uma ave com a menos aporte de gordura.

Os conquistadores espanhóis descobriram este pássaro nos territórios mexicanos. Acreditando estarem na Índia, eles chamaram de “galinha da índia”, dando depois em forma curta “dinde” ou peru. Em 1620, os colonizadores que desembarcaram do Mayflower sobreviveram à fome comendo peru. O consumo deste galináceo em “thanksgiving” dataria desta época.

o cruzamento e o lugar de criação determina o pelagem do peru que ocila entre o vermelho, branco, e o preto. Pode distinguir duas espécies, o peru salvagem conhecido como meleagris gallopavo, e o peru ocelle com nome científico e o meleagris ocellata. Os perus domésticos são em geral da espécie selvagem paradoxalmente.

o peru se cozinha de diferentes maneiras oferecendo uma multidão de gostos e sabores. Uma ave bem gorda se reconhece por suas patas lisas e seu pescoço curto. Um peru inteiro é ideal para uma refeição familiar. Para 4 pessoas, uma coxa é altamente suficiente. Peru recheado é sem dúvidas uma das receitas mais tradicionais. O tempo de cocção varia em função do peso da ave que se encontra entre 2h30 a 4h.

Apresentar e servir a ave sob as costas é para facilitar o corte. Para o recheio, tem para todos os gostos. A vantagem do peru é seu gosto neutro, permitindo assim todas as vontades e todas as misturas de gostos. O recheio mais tradicional do mundo é o recheio de linguiça. Todavia, outras possibilidades como legumes e castanhas portuguesas são excelentes. Os mexicanos inventaram o peru ao cacão.

Esta ave deve ser conservada na parte mais fria da geladeira. Uma vez cozida, deve ser embalada e guardada na geladeira no máximo 3 dias.

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