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Nova tendência no mundo cervejeiro europeu: As cervejas envelhecidas em barricas de Whiskys ou de vinhos.
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Nova tendência no mundo cervejeiro europeu:

As cervejas envelhecidas em barricas de Whiskys ou de vinhos.

Envelhecer cervejas em carvalho de segundo uso de Whiskys, calvados ou de vinhos é cada vez mais experimentado nas cervejarias europeias o que seduz os amadores de novos sabores.

“durante muito tempo as cervejas foram vendidas e consumidas em barricas de carvalho, desde a revolução industrial esta tradição sumiu, mas esta voltando com cervejas ultra-primes”.

Objetivo é de trazer aromas ligados a madeira mesmo, ou dos líquidos que envelheceram na mesma.

Barricas de Whisky: Seriam os mais apropriados por ter as mesmas paletas aromáticas, porem os produtores de whisky não são sempre vendedores das barricas e cada vez mais cervejeiros procuram este tipo de materiais.

Uma maneira de consumir cervejas como vinhos! Cervejas mais concentradas e principalmente com teor alcoólicos mais elevados. Não são tipo de cervejas de consumo fácil mais sim cervejas de consumo pensado inclusivo na suas harmonizações.

Bem conhecido dos mestres cervejeiros, Garret Oliver, de Brooklyn nova York, começou também a usar barricas de Bourbon, Cognac e ate Mezcal. Por sua vez Andre Trudel, quebequense, tem mais de 700 barricas de calvados e também Pinot Noir ou ainda Cabernet Sauvignon. Barricas de vinhos tragam um lado mais velho a cerveja na degustação. Toda via esta técnica eleva os custos, não só das barricas, mas também do tempo estocado. Finalmente encontramos também uma dificuldade devido a oxidação, se deixamos ar entrar nas barricas as bactérias acéticas vão trabalhar e ganharemos um vinagre de cerveja, portanto muito cuidado nessas horas!

Recomendo provar!!!

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